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Febre Aftosa em São Paulo: campanha de vacinação tem início no dia 1º de novembro

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Estado de São Paulo tem início no dia 1º de novembro de 2020. Nesta etapa deverão ser vacinados os bovídeos (bovinos e bubalinos) com idade entre zero e 24 meses. O prazo para imunização se encerra no dia 30 de novembro, informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Apesar das medidas de combate ao novo coronavírus (Covid-19) que ainda estão sendo realizadas, as atividades relacionadas à imunização contra as doenças que apresentam alto impacto comercial e em saúde animal, como a Febre Aftosa, devem ser mantidas.

As declarações das vacinações devem ser realizadas preferentemente por meio eletrônico, através do sistema informatizado Gestão de Defesa Animal e Vegetal (Gedave), em www.gedave.sp.gov.br.

Quando não for possível, o produtor poderá encaminhá-la por e-mail. Para isso é preciso acessar a declaração na internet, em https://www.defesa.agricultura.sp.gov.br/www/programas/getdocdoc.php?idform=319 ,
preencher e enviar.

A data limite para entrega da declaração da vacinação é 07 de dezembro de 2020, devendo ser declarados também os demais animais do rebanho como equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporcos), ovinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

Como vacinar

A primeira providência é adquirir as vacinas em estabelecimentos cadastrados junto à Coordenadoria de Defesa Agropecuária. Isso porque todo o estoque de vacina disponível no Estado para comércio durante a etapa da campanha é cadastrado pela revenda no sistema informatizado Gedave.

No momento da compra, o volume adquirido pelo criador é transferido, por meio do sistema, para o estoque da propriedade, o que facilita a declaração da vacinação pelo criador. A legislação proíbe o uso de vacinas adquiridas em etapas de vacinações anteriores.

A vacina, que nunca pode ser congelada, deve ser mantida entre 2 e 8 graus Celsius, tanto no transporte como no armazenamento, usando uma caixa de isopor, com dois terços de seu volume em gelo para que a vacina não perca sua eficácia.

Para realizar a vacinação deve ser escolhido o horário mais fresco do dia, classificando os animais por idade (era) e sexo, para evitar acidentes.

Usar seringas e agulhas novas e higienizadas, sem o uso de produtos químicos (nem álcool, nem cloro). O local da aplicação é no terço médio do pescoço (tábua do pescoço) por via subcutânea (abaixo do couro). Independentemente da idade, a dose é de 2 ml de vacina. As agulhas devem ser substituídas com frequência (a cada 10 animais), para evitar infecções e os frascos devem ser mantidos resfriados durante a operação. O criador deve se organizar para fazer a vacinação dentro do prazo estabelecido pela legislação, ou seja, de 1º a 30 de novembro. É preciso comunicar a vacinação ao órgão oficial de Defesa Agropecuária diretamente no sistema informatizado Gedave até o dia 07 de dezembro.

É preciso declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, tais como equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporcos), ovinos, caprinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

A vacinação é obrigatória. Deixar de vacinar e de comunicar a vacinação sujeita o criador a multas de 5 Ufesps (138,05 reais) por cabeça por deixar de vacinar, e 3 Ufesps (82,83 reais) por cabeça por deixar de comunicar. O valor de cada Ufesp – Unidade Fiscal do Estado de São Paulo é 27,61 reais.

FONTE: Notícias Agrícolas

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    Rádio Rota do Sol
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    Data
    30 de outubro de 2020
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    Brasil
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