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Comandante do Exército diz que se houver intervenção será para 'manter democracia'

O general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército Brasileiro, afirmou nesta quinta-feira (5), que descarta a possibilidade de uma intervenção militar nos mesmos moldes da que instaurou uma ditadura de 21 anos no Brasil.

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Mas que se o Exército intervier será para "respeitar a Constituição e manter a democracia".

"Eu nem vejo um caráter ideológico nisso. Mas, de qualquer forma, as Forças Armadas, e o Exército pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições", afirmou.

Segundo uma reportagem publicada pelo portal UOL, Villas Bôas fez a declaração durante um evento em homenagem a um soldado morto por guerrilheiros em 1968, durante o regime militar.

O general disse que movimentos que pedem a volta dos militares ao poder têm uma identificação com os valores das Forças Armadas e uma ânsia de reestabelecimento da ordem.

"Sempre o exército atuará sob a determinação de um dos Poderes da República, como aconteceu agora, por exemplo,nessa greve dos caminhoneiros", complementou.

O evento contou presença do comandante-geral da PM de São Paulo, Marcelo Vieira Salles, e quatro deputados estaduais que pertencem à chamada "bancada da bala".

 

FONTE: SPUTNIK BRASIL
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