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Agentes penais são investigados por homicídio culposo por envolvimento em acidente que matou caminhoneiro no Paraná, diz delegado


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A vítima foi Angel Marcelo Carreras Gimenez, morador do Paraguai. Ele conduzia uma das duas carretas que colidiram de frente na BR-277. Os veículos pegaram fogo após a batida. Assista acima.

Amigos e familiares prestaram homenagens para Angel Marcelo nas redes sociais — Foto: Divulgação/Família

Amigos e familiares prestaram homenagens para Angel Marcelo nas redes sociais — Foto: Divulgação/Família

Em nota, ainda na terça, o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR) negou o envolvimento dos servidores e das viaturas no acidente. Nesta quarta, o posicionamento do departamento permaneceu o mesmo.

Carretas incendiaram após batida em Candói — Foto: PRF

Carretas incendiaram após batida em Candói — Foto: PRF

O motorista da segunda carreta envolvida no acidente, que não teve nome e idade revelados, ficou em estado grave e foi encaminhado para atendimento hospitalar em Guarapuava. Não há informações sobre o estado de saúde dele.

  • Polícia investiga suspeita de envolvimento de viaturas do Depen em acidente com morte na BR-277

De acordo com o delegado, o inquérito policial instaurado também apura os crimes de lesão corporal culposa, omissão de socorro e afastamento de local do crime. Os suspeitos, segundo Maciozek, foram ouvidos no fim da tarde de terça e liberados.

Para a polícia, há indícios de que houve culpa dos servidores do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), que transitavam pela rodovia em duas viaturas. Eles são de Cascavel, no oeste do estado, e realizavam transporte de pelo menos três presos para Curitiba.

Ainda na terça, testemunhas disseram que as viaturas foram responsáveis pelo acidente. Um dos depoimentos foi de um motorista paraguaio, amigo de Angel, que também dirigia uma carreta à frente do amigo.

A Polícia Civil disse, também, que se for comprovada a culpa dos agentes penais, eles serão indiciados e será repassada a cópia do inquérito para apuração administrativa do Depen.

Em nota, na terça, o Sindicato dos Policiais Penais do Paraná (SINDARSPEN) informou que os quatro policias que estavam nas viaturas só souberam do acidente quando foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), quilômetros após a batida.

Nesta quarta, o sindicato disse que só emitirá um novo parecer quando o advogado que defende os agentes tiver acesso ao inquérito policial.

De acordo com a Polícia Civil, o prazo legal da investigação é de 30 dias, prorrogável pelo mesmo período caso exista a necessidade.

Segundo o delegado, o segundo motorista que se envolveu no acidente será ouvido pela polícia tão logo seja possível.

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Fonte: G1


05/01/2022 – Rota do Sol FM

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