NOTÍCIAS


Bonecos gigantes invadem Praça Santos Andrade durante Festival de Curitiba


No ano em que a Semana de Arte Moderna chega ao seu centenário, o Festival de Curitiba recebe uma exposição interativa com inspiração em Tarsila do Amaral. Considerada uma das artistas mais importantes do mundo, as obras de Tarsila e Di Cavalcanti serão recriadas por meio de bonecos infláveis gigantes na exposição “Gigante Tarsila”.

O evento ocorre de 1º e 7 de abril, na praça Santos Andrade, das 9h às 21h. A entrada é grátis.

As obras são uma produção da Companhia Pia Fraus com direção artística de Beto Andreetta.

“Vamos receber diretores, atores e companhias de inúmeros lugares, encher as ruas de Curitiba com arte e conectar o espaço público com as pessoas. A exposição Gigante Tarsila é parte desta proposta e com certeza vai enfeitar a cidade e trazer aprendizado”, conta Fabíula Passini, diretora do Festival de Curitiba.

Ao comemorar 30 anos de existência, o Festival de Curitiba comemora três décadas de existência com uma programação que contempla todas as vertentes das artes, com seis programas: Mostra Lúcia Camargo, com espetáculos convidados e remontagens importantes da história do Festival; Mostra Pôr do Sol, que marca a abertura do Campo das Artes, projeto do ator Luís Melo em São Luis do Purunã; a 6ª Mostra Ave Lola; Interlocuções, com ações formativas de debates, oficinas, palestras e outras experiências; Circuito Espaço Aberto, com artistas e companhias em seus próprios espaços; Festival na Rua, com 120 apresentações em 10 pontos de Curitiba; Risorama, com o melhor da comédia; Guritiba, dedicado a programação infantil e formação de plateia; e o MishMash, mostra de variedades artísticas e performáticas.

Quem foi Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral nasceu em 1886 e, em 1904, fez seu primeiro quadro – Sagrado coração de Jesus. Em 1922, começou a fazer pinturas vanguardistas. Filiou-se definitivamente ao Modernismo brasileiro ao pintar a tela A negra (1923). Apesar de não ter participado da Semana de Arte Moderna, Tarsila se juntou ao grupo e, casada com Oswald de Andrade, se tornou mais um de seus símbolos.

Durante suas fases Pau-Brasil (1924-1928) e Antropofágica (1928-1930), a artista esteve completamente voltada para o movimento modernista brasileiro, quando produziu obras como: Carnaval em Madureira (1924) e Abaporu (1928). Já Operários (1933) é a obra mais conhecida de sua fase social.



Fonte: G1


27/03/2022 – Rota do Sol FM

SEGUE A @ROTADOSOLFM

(45) 3287-1475

rotadosolfm@hotmail.com
Boa Vista da Aparecida – PR
Rua Celmo Miranda, 802 – Alto da Colina

NO AR:
ROTA SERTANEJA