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Cerca de 300 pessoas aguardam por moradia em conjunto habitacional que deveria ter sido entregue em 2021 em Curitiba | Paraná


A obra do conjunto habitacional Castanheira, em Curitiba, que deveria ter sido entregue no ano passado, está parada. A obra iniciou há 10 anos e foi paralisada em 2014. Em 2018, a prefeitura de Curitiba fez uma nova licitação para 88 casas.

As obras recomeçaram em 2019 e deveriam ter sido entregues no segundo semestre do ano passado. Mas a obra parou novamente, e cerda de 300 pessoas aguardam pelas moradias.

“Faz muito tempo que não aparece ninguém, essa obra está parada. O negócio tá bem encaminhado, está quase pronto e muita gente precisando de uma lugar pra morar, uma moradia boa, que vivem em situação precária, sabendo que tem essas casas aqui, que podem ser usadas. Eu fico muito chateado,” comenta o mecênico de manutenção Paulo Roberto de Oliveira

Conforme a prefeitura, a empresa que havia sido contratada para construção do conjunto paralisou a obra alegando dificuldades financeiras. Ainda de acordo com a prefeitura, foi preciso encerrar o contrato e uma nova licitação será aberta.

Porém a prefeitura não deu prazo de quando as obras ficarão prontas.

Obra de conjunto habitacional de Curitiba está parada; mais de 300 famílias aguardam por moradia — Foto: Reprodução RPC

Obra de conjunto habitacional de Curitiba está parada; mais de 300 famílias aguardam por moradia — Foto: Reprodução RPC

O contrato que era de quase R$ 6,8 milhões recebeu dois aditivos que aumentaram o valor da obra em quase R$ 1 milhão de reais. Segundo dados do portal da transparência do município, o poder público já desembolsou R$ 4,7 milhões pelo conjunto habitacional que não está pronto.

As casas devem abrigar cerca de 300 pessoas que vivem em condições precárias, nas margens do Ribeirão dos Padilha, no Bairro Pinheirinho, em uma área que sofre com constantes alagamentos.

O projeto prevê pavimentação, calçadas em concreto, rampas de acessibilidade, galerias de drenagem, redes de água, esgoto e iluminação pública.

Mas o abandono é tão grande que, se acordo com moradores da região, a obra tem sido alvo de invasões e vários materiais de construção foram furtados.

“É um desperdício, foi janela, foi cano, fiação, o que tinha. Até onde a população tinha o que fazer, fez, agra não mais o que fazer, não tem dinheiro, nada,” afirmou o comerciante Anderson Paulo de Almeida.



Fonte: G1


20/06/2022 – Rota do Sol FM

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