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Cesta básica em Curitiba: maioria dos produtos ficou mais barata em agosto; veja quais | Economia


O preço da cesta básica em Curitiba caiu 0,45% em agosto, para R$ 685,69, na comparação com julho. É o que informa a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

De acordo com o levantamento, no acumulado do ano o preço do conjunto de alimentos registra alta de 9,11% e de 14,19% em doze meses.

Entre julho e agosto, houve redução do preço médio de dez dos 13 itens que compõem a cesta:

  1. batata (-12,55%);
  2. óleo de soja (-7,76%);
  3. tomate (-4,45%);
  4. feijão preto (-3,81%);
  5. café (-3,62%);
  6. banana (-1,64%);
  7. leite integral (-1,43%);
  8. açúcar refinado (-1,42%);
  9. arroz parboilizado (-0,51%)
  10. manteiga (-0,31%).

Os produtos que ficaram mais caros foram:

  1. carne bovina de primeira (2,45%);
  2. pão francês (0,96%);
  3. farinha de trigo (0,70%).

A pesquisa revela que, em agosto, um trabalhador curitibano que ganha um salário-mínimo precisou trabalhar 124 horas e 28 minutos para comprar os produtos da cesta, contra 121 horas e 47 minutos em dezembro do ano passado e 120 horas e 5 minutos em agosto de 2021.

Ainda segundo o Dieese, o conjunto de itens custou 61,16% de um salário-mínimo líquido (descontada a Previdência Social) em agosto. Em dezembro de 2021 o percentual era de 61,77%, e de 59,01% em agosto de 2021.

Os maiores ‘vilões’ da cesta básica

Produção de leite no Paraná — Foto: RPC/Reprodução

Produção de leite no Paraná — Foto: RPC/Reprodução

A pesquisa revela que, no acumulado do ano, oito produtos da cesta básica ficaram mais caros em Curitiba, e quatro ficaram mais baratos. Veja as variações:

  1. leite integral (72,40%);
  2. farinha de trigo (30,32%);
  3. banana (28,86%);
  4. manteiga (24,77%);
  5. batata (22,80%);
  6. pão francês (12,63%);
  7. café (11,74%);
  8. óleo de soja (11,46%);
  9. tomate (-15,07%);
  10. arroz parboilizado (-9,95%);
  11. feijão preto (-7,23%);
  12. açúcar refinado (-0,71%).

Em 12 meses, segundo o Dieese, o leite se mantém como o produto que ficou mais caro, com alta acumulada de 63,85%. Veja a variação registrada por outros itens:

  1. café (59,70%);
  2. banana (47,63%);
  3. farinha de trigo (42,41%);
  4. manteiga (23,77%);
  5. açúcar refinado (19,43%);
  6. óleo de soja (18,89%);
  7. pão francês (18,57%);
  8. batata (16,43%);
  9. carne bovina de primeira (4,66%);
  10. tomate (0,72%)
  11. arroz parboilizado (-13,94%);
  12. feijão preto (-9,53%).

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Fonte: G1


08/09/2022 – Rota do Sol FM

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