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Conselho Regional de Enfermagem apura caso de recém-nascido que sofreu queimadura durante preparação para teste do pezinho, em Maringá | Norte e Noroeste


“O Coren-PR, ciente do caso, abriu denúncia junto ao departamento de processos éticos para apuração dos fatos e posterior julgamento do profissional, que poderá sofrer as penalidades contidas no código de ética dos profissionais enfermagem, mesmo a família do recém-nascido não tendo entrado em contato com o conselho até o presente momento”.

A vítima foi o pequeno Gabriel, que tem pouco mais de um mês. A mãe, Amanda Morais Rocha, conta que o caso aconteceu em 18 de maio, dois dias após o nascimento do filho.

As queimaduras, segundo ela, aconteceram após a equipe de enfermagem do Hospital Paraná colocar um dos pés do pequeno na água aquecida para aumentar a circulação de sangue e facilitar o exame. A instituição disse que também apura o caso. Leia mais abaixo.

Por causa do ferimento, bebê ficou 28 dias na UTI de hospital particular em Maringá.

“Ele está bem, ainda está ainda em processo de recuperação. Mas tá com a gente, tá com a família […] Eu não desejo pra ninguém o que eu passei. É muito difícil você imaginar a dor que ele sentiu, que deve ter sido gigantesca. E ao longo dos dias, após o ocorrido, ele gritava de dor”.

Caso aconteceu em 18 de maio, no Hospital Paraná — Foto: RPC Maringá

Caso aconteceu em 18 de maio, no Hospital Paraná — Foto: RPC Maringá

De acordo com o Coren-PR, o processo tramita em sigilo.

“Quanto aos procedimentos para a realização do teste do pezinho seguimos as orientações técnicas da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe). Quando citado o ‘aquecimento’ do local a ser puncionado, o Coren-PR orienta que tal procedimento deve ser feito com toda cautela, evitando a exposição do paciente a altas temperaturas, sempre com muita atenção para que nenhuma intercorrência ocorra durante o processo”, informou.

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Amanda disse que decidiu denunciar o caso após ver a reportagem da RPC que deu destaque a uma situação similar registrada na capital, no Hospital do Trabalhador.

Na terça-feira (21), a Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) afirmou que, no caso ocorrido em Curitiba, o Hospital do Trabalhador abriu um procedimento para apurar o ocorrido.

No caso de Maringá, o Hospital Paraná afirma que não recebeu notificação oficial do Coren-PR até o momento e reforçou sua disposição em colaborar com todas as providências que sejam necessárias para a apuração do caso.

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Fonte: G1


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