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Créditos adquiridos no vale-transporte antes do reajuste em Curitiba terão tarifa a R$ 4,50 por 30 dias


A tarifa de ônibus em Curitiba ficará “congelada” a R$ 4,50 por 30 dias nos créditos comprados por meio de cartão vale-transporte até 28 de fevereiro, segundo a prefeitura.

Na terça-feira (1º), a passagem para as linhas da capital passou de R$ 4,50 para R$ 5,50. Veja, mais abaixo, detalhes sobre o reajuste.

De acordo com a prefeitura, o vale-transporte, que é carregado pelo empregador, representa a maior parte das passagens compradas na capital, com 47% de participação.

Em segundo lugar vem as compradas com dinheiro, com 24%, e depois as com cartão comum (usuário), com 15%.

Tarifa do transporte coletivo de Curitiba sobe para R$ 5,50  — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Tarifa do transporte coletivo de Curitiba sobe para R$ 5,50 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

O usuário que tinha 100 passagens a R$ 4,50 no vale-transporte até 28 de fevereiro, por exemplo, permanecerá com o mesmo número de bilhetes, com carência de 30 dias.

Após esse período, o estoque passa a ser contado com passagem a R$ 5,50. Ou seja, de 100 passagens, o cartão terá 81 bilhetes.

O valor de R$ 5,50, no entanto, vale para novas recargas tanto para o cartão comum (carregado pelo usuário) como o vale-transporte (pelo empregador).

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A prefeitura lembra que todos os créditos que venceram durante a pandemia terão mais um ano de validade.

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A tarifa do transporte coletivo da capital foi reajustada em 22%, passando de R$ 4,50 para R$ 5,50.

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Tarifa do transporte coletivo da capital foi reajustada em 22%, passando de R$ 4,50 para R$ 5,50 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Tarifa do transporte coletivo da capital foi reajustada em 22%, passando de R$ 4,50 para R$ 5,50 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Já algumas linhas que atendem a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) terão reajuste de 5,55% a partir de 15 de março.

Dessa forma, a tarifa para pagamento com cartão para as cidades do primeiro anel passarão de R$ 4,50 para R$ 4,75, segundo a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec). Confira, mais abaixo, todas as tarifas para a RMC.

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De acordo com a prefeitura, o reajuste aplicado na capital é o primeiro aumento desde fevereiro de 2019 e foi o mínimo valor possível para manter a sustentabilidade do sistema de transporte.

Em Curitiba, os R$ 5,50 da tarifa devem representar um valor entre entre 13% e 23% mais baixos do que a tarifa técnica ao longo de 2022.

A tarifa técnica é o valor que o poder público repassa às empresas que operam o transporte coletivo da cidade, e normalmente é maior do que a tarifa conhecida como “social”, que é o valor da passagem paga pelo usuário. A diferença de valores é subsidiada.

A tarifa da Linha Turismo, atualmente de R$ 50, não foi reajustada.

Para o ano de 2022, o Governo do Paraná espera aportar cerca de R$ 16 milhões mensais para subsidiar a tarifa do transporte coletivo metropolitano.

Esse valor que poderá diminuir conforme o retorno do número de passageiros ao sistema de transporte.

Para o sistema urbano de Curitiba, como o objetivo é manter a tarifa social e a integração com as linhas metropolitanas, o governo e a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) vão aportar R$ 60 milhões em 2022.

Segundo a presidência da Comec, o reajuste de 5,55% da tarifa da região está abaixo da inflação devido ao subsídio garantido pelo governo.

Além disso, o preço diferenciado conforme a forma de pagamento busca incentivar o uso do sistema eletrônico.

Tarifas da RMC a partir de 15 de março

Tarifa atualCartão MetrocardDinheiroObservações
R$ 4R$ 4,50R$ 5Atendimento local em Campo Magro
R$ 4,50R$ 4,75R$ 5,50Linhas integradas com a capital e de ligação direta – primeiro anel
R$ 4,75R$ 4,75R$ 5,50Linhas de ligação direta – segundo anel
R$ 4,90R$ 5R$ 5,50Ligação de Mandirituba com Fazenda Rio Grande
R$ 5,30R$ 5,50R$ 6Linhas integradas Bocaiuva do Sul, Contenda, Itaperuçu e Rio Branco do Sul
R$ 6,50R$ 6,50R$ 7Ligação direta de Mandirituba, Quitandinha e Contenda e de Agudos do Sul

De acordo com a Comec, considerando o pagamento no cartão, alguns municípios com linhas de ligação direta com a capital ou sem integração, não sofrerão reajuste de tarifa.

Entre eles estão: Agudos do Sul, Quatro Barras, Campina Grande do Sul, Itaperuçu, Rio Branco do Sul, Mandirituba, Quitandinha, Contenda e Piraquara.

Para os municípios de Bocaiuva do Sul, Contenda, Itaperuçu e Rio Branco do Sul, para as linhas de acesso à integração com a capital e pagamento no cartão, o reajuste será de 3,8%, sendo abaixo do reajuste proposto para o sistema.

No caso da linha de ligação do município de Mandirituba com Fazenda Rio Grande, para pagamento no cartão, o reajuste será de 2,1%.

A Comec informou ainda que tarifa técnica do transporte da RMC representa o custo do sistema divido pelo número de usuários pagantes. Atualmente, este valor é de R$ 8,79.

Entretanto, com o subsídio do governo do Paraná, esse valor será de aproximadamente R$ 3,27 por usuário, ou seja, para cada R$ 4,75 (ou outros valores) que o usuário pagar pela tarifa, o governo pagará outros R$ 3,27.

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Fonte: G1


02/03/2022 – Rota do Sol FM

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