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Oficinas gratuitas do Interlocuções registram grande procura


O Festival de Curitiba dá continuidade ao projeto formativo por meio do Interlocuções, projeto que oferece, de maneira gratuita, ações para integrar ainda mais artistas e público.

A proposta é estimular o pensamento crítico sobre as artes cênicas e, para isso, serão oferecidos – ao longo de todo o evento – debates, encontros, palestras, oficinas, exibição de filmes e peças virtuais, lançamento de livros e rodas de conversa.

Gratuitas e voltadas ao público em geral, as oficinas já estão acontecendo. Entre os responsáveis estão nomes como Ana Kfouri (‘A Palavra como Campo de Força’), Eduardo Moreira, do Grupo Galpão (‘O Ator e o Desenvolvimento da Presença em Cena’), Companhia Negro Não Nego (‘Corpo Negro em Movimento’) e Romulo Avelar (‘Gestão de Grupos Artísticos’).

Já a Mostra Rumo de Cultura traz um laboratório de dramaturgia ministrado por Diego Marchioro e Fernando de Proença.

Giovana Soar, que realiza a curadoria do Interlocuções junto com Celso Curi, conta que as oficinas propostas são feitas a partir dos profissionais de teatro que vêm para a mostra.

“São selecionados artistas e técnicos, coreógrafos, entre outros, que possam transmitir uma parte do seu conhecimento. Nosso objetivo é trabalhar para a cidade e para as pessoas que fazem parte dela. Queremos ajudar na formação de novos profissionais e artistas”, explica Giovana.
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As pessoas interessadas se inscrevem por e-mail antecipadamente e são selecionadas pelos ministrantes de cada oficina.

Nesta edição, Giovana reforça que muitas oficinas serão ministradas por artistas da cidade, que participam do Festival na Rua. Destaque para as atividades com o Grupo Galpão, que está comemorando 40 anos e conta com três atores ministrando oficinas para 30 atores da Curitiba.

Entre os destaques também estão as oficinas de Ana Kfouri, que falará da palavra como campo de força e a relação com o trabalho de ator, e da coreógrafa Kenia Dias, que propõe um ateliê prático para atores e dançarinos voltado ao estudo do movimento.

Ao fazer um balanço das inscrições, Giovana destaca que o público de Curitiba tem aderido às oficinas e conta que há uma grande procura.

“Ficamos muito felizes que o Festival possa oferecer a oportunidade de graça para as pessoas, e vemos que os artistas em formação e os profissionais aproveitam para adquirir novos conteúdos e vivências”, finaliza.
Romulo Avelar ministrou a Oficina Organização e Trabalho Coletivo — Foto: Divulgação

Romulo Avelar ministrou a Oficina Organização e Trabalho Coletivo — Foto: Divulgação



Fonte: G1


03/04/2022 – Rota do Sol FM

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