NOTÍCIAS


Paranaense gera sobrinho como barriga solidária e ajuda irmã a realizar sonho de ser mãe: 'Por amor'


O sonho da funcionária pública Andreia Salamã e do marido Eduardo Zanon, de Umuarama, no noroeste do Paraná, se tornou realidade graças à ajuda da irmã dela.

Após 14 anos de união e planejamentos pela chegada de um filho, a técnica em enfermagem Andressa Salamã se ofereceu para gerar o sobrinho, diante da impossibilidade de Andreia.

  • Gêmeos nascem, e mulher que perdeu o útero realiza o sonho de ser mãe após irmã se tornar barriga solidária, em Nerópolis
  • Brasileira em Kiev recebe documento da filha recém-nascida, e família aguarda trem para sair da Ucrânia: ‘Questão de vida ou morte’

Antes do nascimento do filho com a ajuda de Andressa, o casal chegou a tentar duas vezes a gestação, mas os bebês não resistiram. O sonho da irmã motivou Andressa a ajudar.

“Vendo ela mal com a perca dos bebês e a vontade dela de ser mãe, eu falei ‘como eu já tenho filho, já sou mãe, eu sei o que é isso’. Estando saudável e preparada psicologicamente, eu disse ‘porque não?’. Então, eu tive essa decisão e falei ‘por amor, eu vou gerar o seu filho, o meu sobrinho”, comentou a irmã.
Andressa gerou o sobrinho como barriga solidária, em Umuarama — Foto: RPC/Reprodução

Andressa gerou o sobrinho como barriga solidária, em Umuarama — Foto: RPC/Reprodução

Na primeira vez que Andreia engravidou ela perdeu o bebê e descobriu na sequência que possuía uma obstrução nas trompas. Por isso, engravidar de forma natural já não era possível.

Depois de um acompanhamento médico, o casal resolveu fazer uma inseminação artificial. No sexto mês de gestação, o bebê também não resistiu, e os médicos orientaram que uma nova tentativa seria muito arriscado para a saúde dela e do bebê.

Foi então que a irmã dela, Andressa, se colocou à disposição para gerar o sobrinho e realizar o sonho do casal, com o método conhecido como “barriga solidária”. A irmã emprestou o útero pra gerar o embrião formado pelo material genético de Andreia e Leonardo.

“Foi emocionante. A cada consulta, eu acompanhava ela. O pai também. A gente ia nas consultas, pré-natal, ultrassom”, disse a mãe.

O procedimento é autorizado no Brasil, desde que a mulher que vai gerar a criança tenha parentesco até o quarto grau com os pais do bebê.

O filho, Augusto David, nasceu no dia 29 de março, com 3,896 quilos e 50 centímetros. Ainda no hospital, a família já conseguiu organizar os documentos para que a certidão de nascimento fosse feita com os nomes de Andreia e de Leonardo na paternidade.

“Esse nenezinho é um milagre”, disse Andreia.

Assista aos vídeos mais acessados do g1 PR



Fonte: G1


15/04/2022 – Rota do Sol FM

SEGUE A @ROTADOSOLFM

(45) 3287-1475

rotadosolfm@hotmail.com
Boa Vista da Aparecida – PR
Rua Celmo Miranda, 802 – Alto da Colina

NO AR:
ROTA SERTANEJA