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Quase 70% dos paranaenses têm sobrepeso ou obesidade, indica levantamento | Paraná


Um levantamento de Ministério da Saúde revelou que quase 70% dos paranaenses têm obesidade ou sobrepeso. O dado faz parte de uma análise do Índice de Massa Corporal (IMC) de mais de 655 mil homens e mulheres do estado.

O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) do ministério indicou que o estado também está com o índice acima da média nacional para os graus 1, 2 e 3 de obesidade. Veja abaixo.

De janeiro a julho de 2022, 69,64% do público avaliado no Paraná tinha sobrepeso ou obesidade. 28,32% estava com peso considerado adequado; 1,86% estava abaixo do peso.

  • Obesidade grau 1
    Paraná: 21.98% | Brasil: 20.65%
  • Obesidade grau 2
    Paraná 9.28% | Brasil: 8.15%
  • Obesidade grau 3
    Paraná: 4.66% | Brasil: 4.15%

O dado preocupa os especialistas e é um sinal de alerta para toda a população.

Segundo a médica endocrinologista Luiza Dalfovo Esteves Santos, o descuido com o peso pode abrir as portas para hipertensão, doenças do coração, diabetes, entre outras.

“Qualquer atividade física é melhor do que não fazer. Então uma dica é que faça atividade física e cuidar da alimentação, com a qualidade e com o volume. Prefira alimentos que não tenha que desembalar. Ao invés de fazer isso, vamos tentar comer mais alimentos descascados”, explicou a médica.

A cabelereira Fernanda Ruppel tinha obesidade. Por questões de saúde, procurou um médico e foi orientada a fazer uma cirurgia para redução de estômago, aliada a uma radical mudança de hábitos alimentares e de exercícios. Em dois anos, ela perdeu 54 quilos.

“Eu rejuvenesci bastante. Antes eu ia caminhar, sentia dor no joelho, o pé doía bastante. Agora eu já consigo caminhar tranquilamente, ir na academia e fazer um exercício físico”.

Quase 70% dos paranaenses têm sobrepeso ou obesidade

Quase 70% dos paranaenses têm sobrepeso ou obesidade

A digital influencer Bruna Scremin, que também os exercícios na rotina, tem outra receita para enfrentar o problema e superar o preconceito. Para ela, a mudança de hábito tem que estar ligada ao desejo de cada pessoa querer se sentir bem no próprio corpo.

“Não praticar uma atividade física por ódio ao meu corpo, ou querer mudar alguma coisa exatamente na parte externa. Mas foi uma mudança interna. De eu entender que eu preciso praticar uma atividade física para o meu bem estar, saúde mental, física […] Me colocar como prioridade por gostar”.

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Fonte: G1


08/09/2022 – Rota do Sol FM

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