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Vereador de Arapongas é indiciado por agredir mulheres


O vereador de Arapongas, no norte do Paraná, Paulo César de Araújo, mais conhecido como Pastor do Mercado (DEM), foi indiciado por agredir mulheres, segundo a Polícia Civil. O inquérito foi concluído na quinta-feira (10).

O parlamentar foi preso em 31 de janeiro suspeito de ter agredido três mulheres, segundo a Polícia Civil.

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Enquanto isso, a comissão processante da Câmara Municipal, formada para investigar a denúncia, realiza a primeira reunião nesta sexta-feira (11), às 10h30.

A partir disso, passa a valer o prazo de 90 dias para a condução dos trabalhos, que consiste na análise de documentos, inquérito policial, oitiva de testemunhas e elaboração de um relatório.

Com o vereador afastado, a convocação do suplente, Pardini (DEM), também ocorre nesta sexta.

A defesa do vereador alega que provará que Paulo é inocente e que os fatos não ocorreram como foram narrados.

Vereador Paulo Cesar de Araújo (DEM) foi preso preventivamente por violência contra mulher, em Arapongas — Foto: Arquivo pessoal

Vereador Paulo Cesar de Araújo (DEM) foi preso preventivamente por violência contra mulher, em Arapongas — Foto: Arquivo pessoal

Conforme a polícia, o inquérito foi concluído e ele responderá pelas lesões contra as vítimas.

Se condenado, a pena prevista é de um a quatro anos de prisão. Com o agravante de ter quebrado o nariz de uma das vítimas, segundo a denúncia.

Depois de ser preso em Arapongas, o vereador foi levado à penitenciária de Londrina, também no norte.

A Polícia Civil pedirá, agora, a abertura de uma ação criminal contra o vereador Paulo Cesar de Araújo.

Câmara de Arapongas irá investigar o caso do vereador — Foto: Câmara de Vereadores de Arapongas/Divulgação

Câmara de Arapongas irá investigar o caso do vereador — Foto: Câmara de Vereadores de Arapongas/Divulgação

Com o inquérito foi concluído, a defesa do vereador protocolou um pedido de afastamento por 30 dias na Câmara Municipal de Arapongas.

Desta forma, o vereador deixará de receber o subsídio que passa de R$ 10 mil, por pelo menos 30 dias, e o suplente dele deverá ser convocado para ocupar a vaga.

De acordo com o procurador jurídico da câmara, Juliano André Domingos, esse pedido de afastamento não precisa ser votado, pois é automaticamente recebido pela Casa de Leis e lido na próxima sessão ordinária, que ocorre na segunda-feira (14).



Fonte: G1


11/02/2022 – Rota do Sol FM

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